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Vendo posts da categoria Cultura

XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará destaca a presença de mulheres e artistas locais

Se antes as pessoas foram definidas como livros, agora chegou a vez das cidades. Esta, pelo menos, é a tônica da XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará, que acontecerá entre os dias 16 e 25 de agosto deste ano, no Centro de Eventos do Estado, rompendo a tradição de acontecer em abril.

Pintor francês que se encantou com a índia Iracema faz exposição de pinturas

O pintor francês Esteban Ubretgi se ecantou com a índia Iracema e passou a retratar obras inspiradas na cultura cearense. Por isso, ele lança a exposição “Iracema Blues”, que busca mostrar a importância do patrimônio para a população.

Fortaleza: Feira do Artesanato deve movimentar mais de R$ 10 milhões

Fortaleza recebe desde ontem, até o dia 7 de abril, a Feira Nacional de Artesanato e Cultura no Ceará (Fenacce). Segundo a coordenadora da feira, Stella Pavan, o evento deve girar mais de R$ 10 milhões em vendas. “Nós esperamos superar os 50 mil visitantes nestes 10 dias. Estamos trazendo novidades, expositores que estão vindo de 25 estados e 12 países, além de toda a cultura de raiz cearense. A gente pretende, pelo número de artesãos que a gente está trazendo e a qualidade dos produtos, movimentar mais de R$ 10 milhões. A feira vai realmente movimentar a economia, com produtos com valores que vão de R$ 5 a R$ 5 mil. Dependendo da peça, como as de madeira, que são mais caras, têm o couro e as esculturas”, destaca Pavan. 

175 anos de Padre Cícero: cartas revelam papel político do sacerdote

O sofrimento que a população enfrenta com a seca e a fome decorrente dela são problemas crônicos no Nordeste. Mais antiga ainda é a ladainha cantada pelo povo ao poder público para acudi-lo da miséria. Escritos obtidos pelo Diário do Nordeste de “Padim Ciço”, um dos sacerdotes mais conhecidos do País e que hoje completaria 175 anos, revelam a falta de recursos e a luta por sobrevivência em meio à falta d’água naquela época, tão presentes ainda hoje. padim

Lira Nordestina retoma sua atividade primordial após ficar durante seis anos sem imprimir exemplares

Atraído pela figura do Padre Cícero, José Bernardo da Silva pisou em Juazeiro do Norte no ano de 1926. Na bagagem, trazia folhetos clássicos que resolveu imprimir em paralelo ao trabalho como comerciante de ervas e raízes. No fim da década de 1930, comprou a primeira impressora. Manual e barulhenta, era apelidada de "quebra-pedras".

Aos poucos, montou sua tipografia no quintal de casa. Depois que adquiriu, em 1949, os direitos de publicação do acervo e as máquinas de João Martins de Athayde, de Recife, tornou-se o principal editor de literatura de cordel do Brasil. Surgia, assim, a Tipografia São Francisco, que, mais tarde, tornara-se a Lira Nordestina, segundo o pesquisador de cultura popular Gilmar de Carvalho.

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