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Ano bissexto: nascimento no dia 29 exige registro na data certa

Independentemente de ser um ano bom ou ruim, 2020 vai demorar mais a passar. O ano é bissexto, tem 366 dias, o dia 29 de fevereiro a mais, excepcionalmente. Um fenômeno que ocorre, de quatro em quatro anos, pela quingentésima quarta (504ª) vez na Era Cristã, mas ainda provoca curiosidade, causa brincadeiras e vira pauta de matéria.

Ano terá seis feriados prolongados e apenas um no final de semana; veja lista

O calendário de 2020 terá 9 feriados nacionais, sem contar os feriados estaduais e municipais, como o do Dia da Consciência Negra e aniversários das cidades. Dos nacionais, seis serão prolongados – isto é, vão cair em segundas ou sextas-feiras e portanto emendam com o final de semana. Só um deles vai cair em um final de semana: 15 de novembro, data da Proclamação da República, será em um domingo.

Trotes à Central 190 caem, mas ainda são 10 a cada minuto

"Ciops, bom dia". O atendimento da chamada é padrão, mas, a resposta, nem sempre. Entre pedidos de socorro ou orientação a órgãos de segurança e proteção social, os trotes ainda ganham destaque. Das 2.990.880 ligações recebidas pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), o 190 do Ceará, de janeiro a novembro deste ano, 417.023 trotes foram atendidos. O número representa 14% do total, segundo dados compilados pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). O volume também pode ser traduzido em 10 trotes a cada minuto.

Enzo Gabriel lidera pelo segundo ano a lista de nomes mais escolhidos

Pelo segundo ano consecutivo, Enzo Gabriel foi o nome mais registrado nos cartórios brasileiros em 2019. Segundo levantamento divulgado pelo Portal de Transparência do Registro Civil , outros dois nomes compostos, João Miguel e Maria Eduarda, aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente. A lista é baseada nos 4.472.331 registros de nascimento emitidos até o dia 19 de dezembro.

Cheiros, sons e obstáculos desenham rotina de cegos em Fortaleza

Os pés de Jhonathan Silva, 6, quase não acompanham a agitação do dono, quando o portão de casa se abre: mergulham, inconsequentes, na lama esverdeada que escorre pela rua sem pavimentação. Os de Priscila Aquino, 29, já sucumbiram a um buraco-armadilha, em uma grande avenida, sendo depois costurados com cinco pontos - e, por isso, mal tocam o solo de Fortaleza. Já os pisantes de Ivanise Sampaio, experientes aos 69, costumavam conhecer cada rua do Centro, "antigamente" - hoje, várias mudaram de sentido, ficou difícil percorrê-las.

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