Projeto de lei quer proibir no Ceará coleira que dá choque quando cachorro late

O projeto de lei nº 269/2019 pretende proibir o uso de acessórios que controlem o comportamento de cachorros, como coleiras anti latidos, no Estado do Ceará. Esses tipos de aparato causam choques elétricos quando o animal late. Além de vedar o uso, a proposta também pretende proibir a comercialização desses objetos em todo o território cearense, sob aplicação de penalidade. A autoria é do deputado estadual, Romeu Aldigueri (PDT).

Com liderança de mulheres e sob chuva, manifestantes protestam no Dia do Trabalho em Fortaleza

Movimentos populares e centrais sindicais realizaram na tarde desta quarta-feira, 1º, protesto pelo reajuste do salário mínimo, a geração de emprego e contra a reforma da Previdência em Fortaleza.

Ceará pode ter a melhor média na quadra chuvosa desde 2009

A perspectiva de uma boa quadra chuvosa no Ceará apresenta-se com números promissores. A última vez que os cearenses puderam afirmar com todas as letras que tiveram um bom "inverno" foi em 2009, quando o Estado registrou uma média de 977,10 mm na quadra chuvosa, bem acima da média histórica (que fica entre 600 mm e 700 mm). De lá para cá, o melhor panorama foi em 2011, quando o Ceará ficou com 659 mm, mas permanecendo na média.

Vaticano autoriza início da Causa de Beatificação do monsenhor Arnóbio de Andrade, de Sobral

O Vaticano autorizou a Diocese de Sobral a iniciar a Causa de beatificação e de Canonização do monsenhor Joaquim Arnóbio de Andrade, fundador da Congregação das Missionárias Reparadoras do Coração de Jesus. O religioso, falecido em 1985, é símbolo da fé católica no município cearense, distante cerca de 232 km da Capital.

Mais de 14 mil servidores públicos do Estado terão de fazer recadastramento para receber "salário" este mês

14.660 servidores públicos do Ceará não receberão “salário” este mês. A Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag) divulgou uma lista de 120 páginas com nomes terão a “suspensão de remuneração e proventos (militares) em abril/2019”. Os funcionários públicos da relação – entre inativos, pensionistas e trabalhadores ativos – não realizaram a “prova de vida”, um recadastramento biométrico para provar que estão vivos.

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